Casa com 3 Quartos à venda, 210m² - Centro
Mobiliado
Varanda
Copa
Publicado há 1 mês, atualizado há 3 horas.
Localização
Rua Padre Nóbrega, 164 - Centro, Vitória - ES
Publicado há 1 mês, atualizado há 3 horas.
Valores
Análise de preçoVenda
R$ 795.000
Condomínio
Não informado
IPTU
R$ 55
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Características
- 210 m²
- 3 quartos
- 1 banheiro
- 1 vaga
- 1 suíte
- Mobiliado
- Varanda
- Copa
- Sala de jantar
- Cozinha
- Armário na cozinha
- Armário embutido
Análise do preço
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Preço da venda

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Casa com 3 Quartos à venda, 210m² - Centro
(Código do anunciante: CA0001_ALEXMO | Código no Zap: 2887974958)
Venha conhecer essa excelente casa no centro de Vitória, com 3 quartos, suíte, sala ampla para dois ambientes, banheiro com box blindex, cozinha estilo americano com armários, quintal com vaga de garagem e área de serviço. Toda documentação em dia e disponível para financiamento. Agende uma visita e venha conhecer um excelente local para morar no centro de Vitória. Centro de Vitória: foi lá que tudo começou, mais precisamente na Cidade Alta. E o alto não foi por acaso: era estratégico para que os portugueses conseguissem se defender e, por consequência, a nova vila, de possíveis invasões. E como quase toda ocupação do período colonial, nossa Capital também foi construída ao redor de uma igreja, a Capela de Santa Luzia, hoje ainda de pé. A descida em direção ao mar é algo bem mais recente, dos séculos 19 e 20. O historiador Estilaque Ferreira dos Santos destaca que a região ainda preserva o desenho colonial que ganhou forma desde a ocupação portuguesa, com suas escadarias e largura de ruas. O traçado fundamental de Vitória é do século 16. Ele por si só é uma relíquia. A maior parte das construções desapareceu, o tempo consumiu, mas o traçado ficou. O Centro histórico preserva esse traço, de uma cidade antiga, colonial de origem remota. As ruas tortuosas são de uma cidade colonial portuguesa típica. O historiador Sérgio Buarque de Hollanda lembrava que os portugueses iam construindo ruas tortuosas. E eles eram bem práticos, conta. A antiga Igreja Matriz, com estilo colonial, foi demolida no século XX para dar lugar à Catedral Metropolitana, de estilo neogótico Foto: Diego Alves A coordenadora de Revitalização Urbana da Secretaria de Desenvolvimento da Cidade (Sedec), Anna Karine de Queiroz Costa Belliini, ressalta que a Cidade Alta também tinha todas as características buscadas pelos portugueses para fundar uma vila no período colonial. São características de defesa: de estar em uma região alta e próxima a um curso dágua, que no caso é a Baía de Vitória. Essa localização é estratégica para fundar uma cidade de posse e de defesa. O mar servia também para escoar a riqueza, destaca. O primeiro triângulo Durante um bom tempo, completa Estilaque, nossa Vila cresceu basicamente em torno de um triângulo. Seus vértices eram a Capela de Santa Luzia, o Colégio de São Tiago - hoje Palácio Anchieta - e a Igreja Matriz, hoje Catedral. A Capela como primeira construção foi feita por Duarte Lemos (que recebeu a Ilha de Vasco Fernandes Coutinho) ao lado da própria casa, que hoje não existe mais. A partir desse triângulo, foram se desenvolvendo trilhas, que são nada mais do que as primeiras ruas de Vitória. Foi em torno desse triângulo que, no século 16, José de Anchieta noticiou que Vitória tinha uma espécie de cerca. Era um triângulo construído basicamente com um objetivo de defesa militar, já que os ataques poderiam vir pelo mar. Ali se tinha uma posição de defesa melhor do que em qualquer outro lugar. É essa posição que explica o sucesso de Vitóri...
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Venha conhecer essa excelente casa no centro de Vitória, com 3 quartos, suíte, sala ampla para dois ambientes, banheiro com box blindex, cozinha estilo americano com armários, quintal com vaga de garagem e área de serviço. Toda documentação em dia e disponível para financiamento. Agende uma visita e venha conhecer um excelente local para morar no centro de Vitória. Centro de Vitória: foi lá que tudo começou, mais precisamente na Cidade Alta. E o alto não foi por acaso: era estratégico para que os portugueses conseguissem se defender e, por consequência, a nova vila, de possíveis invasões. E como quase toda ocupação do período colonial, nossa Capital também foi construída ao redor de uma igreja, a Capela de Santa Luzia, hoje ainda de pé. A descida em direção ao mar é algo bem mais recente, dos séculos 19 e 20. O historiador Estilaque Ferreira dos Santos destaca que a região ainda preserva o desenho colonial que ganhou forma desde a ocupação portuguesa, com suas escadarias e largura de ruas. O traçado fundamental de Vitória é do século 16. Ele por si só é uma relíquia. A maior parte das construções desapareceu, o tempo consumiu, mas o traçado ficou. O Centro histórico preserva esse traço, de uma cidade antiga, colonial de origem remota. As ruas tortuosas são de uma cidade colonial portuguesa típica. O historiador Sérgio Buarque de Hollanda lembrava que os portugueses iam construindo ruas tortuosas. E eles eram bem práticos, conta. A antiga Igreja Matriz, com estilo colonial, foi demolida no século XX para dar lugar à Catedral Metropolitana, de estilo neogótico Foto: Diego Alves A coordenadora de Revitalização Urbana da Secretaria de Desenvolvimento da Cidade (Sedec), Anna Karine de Queiroz Costa Belliini, ressalta que a Cidade Alta também tinha todas as características buscadas pelos portugueses para fundar uma vila no período colonial. São características de defesa: de estar em uma região alta e próxima a um curso dágua, que no caso é a Baía de Vitória. Essa localização é estratégica para fundar uma cidade de posse e de defesa. O mar servia também para escoar a riqueza, destaca. O primeiro triângulo Durante um bom tempo, completa Estilaque, nossa Vila cresceu basicamente em torno de um triângulo. Seus vértices eram a Capela de Santa Luzia, o Colégio de São Tiago - hoje Palácio Anchieta - e a Igreja Matriz, hoje Catedral. A Capela como primeira construção foi feita por Duarte Lemos (que recebeu a Ilha de Vasco Fernandes Coutinho) ao lado da própria casa, que hoje não existe mais. A partir desse triângulo, foram se desenvolvendo trilhas, que são nada mais do que as primeiras ruas de Vitória. Foi em torno desse triângulo que, no século 16, José de Anchieta noticiou que Vitória tinha uma espécie de cerca. Era um triângulo construído basicamente com um objetivo de defesa militar, já que os ataques poderiam vir pelo mar. Ali se tinha uma posição de defesa melhor do que em qualquer outro lugar. É essa posição que explica o sucesso de Vitóri...

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